quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Deus existe! É hora de Buscá-lO!

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre tinha o costume. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem e começaram a falar sobre Deus...então o barbeiro disse: "Eu não acredito que Deus exista, como você afirma!"
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- Cliente: "Por que você diz isto?"
- Barbeiro: "Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse, você acha que haveria tantas pessoas doentes? Haveria crianças abandonadas? Se Deus realmente existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deusque permita todas estas coisas"

O Cliente pensou por um momento, mas não quis dar nenhuma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu. Instantes depois, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos, parecia que já fazia muito tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a sua barba e o rapaz parecia sujo e arrepiado.
Então o cliente retornou para a barbearia e disse ao barbeiro: "Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem".
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-Barbeiro: "Como assim não existem? Eu estou aqui e eu sou um barbeiro".
- Cliente: "Não! Eles não existem, porque se eles existissem não haveria pessoas com barba e cabelos grandes como aquele homem que está andando ali na rua".
- Barbeiro: "Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram e, isso é uma opção delas".
- Cliente: "Exatamente! É justamente isso, Deus existe, o que acontece é que as pessoas não O procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo". (Autor desconhecido)

Esta pequena, porém interessante estória, retrata nada mais que a nossa realidade. Há muito sofrimento, dor, doenças, violência, etc. contudo, tudo isto ocorre porque o ser humano resiste em não reconhecer a existência de Deus e, assim, segui-lo/obedecê-lo, que seria a lógica natural. Ou se reconhece não O obedece.

" Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar"
(Isaías 56.6,7)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Documentário - A Bíblia

Quem escreveu a Bíblia? Quando a mesma foi escrita? Será que a Bíblia é confiável? Por que devo crer nela?

As respostas para estas e outras perguntas você saberá através deste documentário. Assista-o e seja abençoado!

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"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra"

(II Timóteo 3.16,17)

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

15ª Viagem Missionária - Gararu-SE - 09.11.08

Gararu, cidade pastoreada pelo Pr. João Carlos, foi a escolhida pelo Senhor para que no dia 09.11.2008 o Grupo de Missões ÉChegadaHora visitasse. Após algumas dificuldades concretizou-se a viagem.
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Gararu é uma cidade que fica no alto sertão sergipano, onde o evangelho estava encontrando dificulades para entrar. Prova disto era a quantidade de crentes que havia neste município, menos de 1% da população local. Porém, neste dia o Senhor Deus iniciou uma transformação naquela cidade.
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Conseguimos alcançar toda a cidade, ou seja, Gararu (excetuando-se os povoados) foi completamente evangelizada para a glória do Senhor. No período da manhã e início da tarde, evangelizamos nas ruas, becos e atalhos, como também nas casas. No meio da tarde, fizemos algumas visitas específicas, sendo uma delas à Delegacia local. E foi exatamente neste recinto onde o Senhor salvou 7 detentos. Após a ministração da Palavra e de alguns Testemunhos, todos os prisioneiros decidiram-se por Cristo, arrependendo-se e aceitando-O como único e suficiente Salvador.
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No final da tarde e à noite, respectivamente, realizamos cultos na praça principal de Gararu, a Praça da Orla. Foi algo tremendo aqueles cultos. A aparelhagem de som estava numa qualidade inigualável, seu som alcançando TODA a cidade. Meio tímidos os habitantes locais foram-se achegando e duma forma ou de outra participando do culto.
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Encerramos, assim, agradecendo ao Senhor por esta bênção que Ele nos concedeu e pelas almas que se converteram, pois certamente esta viagem ficou tanto para a história de Gararu, como para a história do nosso grupo.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Orar ao Espírito Santo é Bíblico?

"É lícito orar ao Espírito Santo?"
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O maior exemplo de como se deve orar está no ensino de Jesus a respeito desse im­portante ministério (Mt 6.7-15), onde está implícito que a oração deve ser feita ao Pai, a quem pertence o reino, o poder e a glória: "E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus", Ne 4.9; "Então virou Ezequias o seu rosto para a parede, e orou ao Senhor", Is 38.2; "orai pelos que vos perseguem", Mt 5.44. Até mesmo Je­sus dirigiu ao Pai as suas orações: Mt 26.33,42; Lc 22.42; Jo 17.1.
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Todavia, a oração, embora feita ao Pai, deve ser em nome de Jesus: "Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei", Jo 14.14; "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles", Mt 18.20. Escritores eruditos concordam em que a oração deve ser feita a Deus Pai, em nome de Jesus.
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Para que se tenha certeza de que se está orando a Deus é necessário uma experiên­cia de suã proximidade, de sua atenção para com o que lhe pedimos. Há possibili­dade de estarmos orando sobre um assunto e pensando noutro. Nessa oração não há poder. Somente quando nos colocamos face a face com Deus, sentimos a virtude da sua presença.
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Orar direto e especificamente ao Espí­rito Santo não tem princípio bíblico, pois o Espírito Santo não toma para si a glória do que recebemos por meio de oração. Ele não fala de si mesmo, antes glorifica a Jesus: Jo 16.14. Logicamente, uma oração dirigi­da ao Espírito Santo não se justifica. Ve­mos, contudo, que nem sempre sabemos pedir o que nos convém e nem temos con­dições de chegar à presença de Deus. Neste sentido, é lícito esperarmos numa atuação voluntária do Espírito Santo a nosso favor: "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza, porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis", Rm 8.26. Essa intercessão pode nos comunicar uma intensidade de oração que nos tornará agradáveis a Deus e capazes de alcançar a sua resposta.
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ALMEIDA, de Abraão et al. A Bíblia Responde. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1983.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

14ª Viagem Missionária - Itaporanga (SE) - 28.09.08

Viajamos para o município de Itaporanga, pastoreado pelo Pr. Ermenegildo, onde, para a glória do nome do Senhor, evangelizamos 3 povoados num dia só.


Pela manhã evangelizamos o povoado Sapé , onde o Senhor começou a operar coisas gloriosas naqueles que recebiam a Sua Palavra, porém tiveram, como sempre, aqueles que rejeitam o evangelho do Senhor. Contemplamos várias curas neste período matutino.


À tarde dividiram-se os irmãos em dois grupos, cada um evangelizou um povoados distintos e logo após o evangelismo foi feito o culto num dos povoados. Naquele culto o som alcançou um número bom de pessoas que estavam nas portas das suas casas e até mesmo dentro de suas residências. Uma parte da igreja local contribuiu conosco durante o culto ao ar livre. Já pela tarde uma adolescente e uma criança converteram-se ao Senhor.


No culto da noite mais uma vez o Senhor abençoou. A cada oportunidade, palavra e louvor o Senhor ia envolvendo aquele lugar. Encerrando da mesma forma que pela tarde, ou seja, com salvação de vidas. Quatro pessoas se decidiram por Cristo naquela noite e o nome do Senhor glorificado. Após o culto um casal entregou-se a Jesus, após o Senhor ter curado a senhora que tinha uma paralisia em todo o lado esquerdo do corpo, assim finalizando realmente aquela viagem.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

13ª Viagem Missionária - Macambira (SE) - 24.08.08

Em virtude de motivos técnicos e organizacionais deixamos de postar as fotos desde a 12ª Viagem Missionária que ocorreu em 24 de Maio. Contudo, retornamos com todo ânimo para darmos continuidade à exposição das fotos e comentários sobre as viagens como dantes. Sendo que também ocorreram outros imprevistos, impedindo-nos de efetuarmos as viagens nos meses de junho e julho.

Graças ao Eterno Deus, que subsiste pelos séculos dos séculos, realizamos a nossa 13ª Viagem Missionária nos mês de agosto no dia 24 na cidade de Macambira, liderada pelo Pr. Marcos Paulo. Tivemos o privilégio de pela segunda vez retornarmos a esta cidade, que desta vez ficou mais que abençoada pelo que o Senhor operou.

Tivemos como novo integrante do Grupo de Missões ÉChegadaHora o nosso irmão Carlos, irmão biológico dos nossos também irmãos Cleiton e Cléber, que deu-nos esta honra de somar conosco na equipe.

Para a honra e glória do Senhor, a obra mais uma vez foi realizada no poder e autoridade do Espírito Santo de Deus, pudemos contemplar curas e tamanhas recepções para o evangelho do Senhor Jesus. Evangelizamos pela manhã na própria cidade e pela tarde, fomos a um povoado adjacente, onde fizemos o culto. Houve alguns problemas elétricos, impossibilitando-nos de utilizar o material como som e microfone, porém nada pôde impedir a unção de Deus que pairou naquele lugar.

No início alguns irmãos ficaram meio preocupados, entretanto no decorrer do culto o próprio Deus, mostrou que não estava incomodado com as intempéries, pois derramou uma chuva de graça sobre as nossas vidas durante os hinos e a pregação da Palavra.


Já à noite, realizamos o culto na igreja local de Macambira. Mais uma vez o Senhor se fez presente em nosso meio, trazendo, através do irmão Cleiton (coordenador do grupo), uma palavra de transformação e despertamento. Infelizmente não houve salvação, porém estamos conscientes que o evangelho foi anunciado da forma devida e por isso estamos alegres.

Após o culto, antes de retornarmos à Aracaju, visitamos a nova igreja local que está sendo construída e assim fizemos uma oração rogando ao Senhor que completasse aquela grande obra, para a honra e louvor do nome do Senhor.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Refutando a Seita Adventista do 7° Dia

I. O SÁBADO OU O DOMINGO?
É possível alguém cumprir a Lei sem guardar o sábado? A resposta a esta pergunta é dada quando estudamos a vida e o mi­nistério terreno de nosso Senhor Jesus Cristo.
O Novo Testamento ratifica o que está escrito no Antigo Tes­tamento, que, ninguém jamais foi capaz de cumprir a lei na sua plenitude. A necessidade da encarnação de Cristo se constitui numa das mais evidentes provas da incapacidade do homem em cumprir a lei divina, por isso Ele mesmo disse: "Não penseis que vim revo­gar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5.17,18).
Não poucas passagens do Antigo Testamento mostram a irritação divina diante do legalismo frio e morto dos judeus, apre­sentado através dos sacrifícios e sucessivas cerimônias feitas com o propósito de satisfazer a letra da Lei. Quanto mais tempo passa­va, mais imperfeito se manifestava o homem que buscava a perfei­ção através da prática da Lei. Porém, veio Jesus Cristo, o enviado de Deus, para cumprir a Lei em nosso lugar, o que fez coroando-a pelo ato da sua morte na cruz.

1.1. Jesus Violou o Sábado
Segundo a Bíblia, Jesus teve o seu nascimento prometido se­gundo a Lei (Dt 18.15); nasceu sob a Lei (Gl 4.4); foi circuncidado segundo a Lei (Lc 2.21); foi apresentado no templo segundo a Lei (Lc 2.22); ofereceu sacrifício no templo segundo a Lei (Lc 2.24); foi odiado segundo a Lei (Jo 15.25); foi morto segundo a Lei (Jo 19.7); viveu, morreu e ressuscitou segundo a Lei (Lc 24.44,46).
Apesar de Jesus haver cumprido toda a Lei, a respeito dEle se lê: "E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas Ele lhes disse: Meu pai trabalha até agora, e eu traba­lho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus" (Jo 5.16-18). (ênfase minha)
Observe que assim como para os judeus era inadmissível Je­sus ser Filho de Deus enquanto violava o sábado, para o Adventismo é igualmente impossível admitir que os evangélicos sejam filhos de Deus enquanto guardam o domingo, em substi­tuição ao sábado.

1.2. A Abolição do Sábado
Acusado pelos judeus de violar o sábado, Jesus afirmou que "... o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é Senhor também do sábado" (Mc 2.27,28).
Com estas palavras, Jesus defende o princípio moral do quar­to mandamento do Decálogo, condenando abertamente o cerimonialismo, e revela a sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, aboli-lo ou mudá-lo. O sentimento moral é a ne­cessidade de se descansar um dia por semana, valendo, para esse fim, qualquer deles.
Sobre esta questão, escreveu o apóstolo Paulo: "Um faz dife­rença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Quem distin­gue entre dia e dia, para o Senhor o faz" (Rm 14.5,6).

1.3- Por que o Domingo?
Dentre outras razões da substituição do sábado pelo domingo, como dia semanal de repouso para a Igreja, destacam-se as se­guintes:
• Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Mc 16.9).
• O primeiro dia da semana foi o dia especial das manifesta­ções de Cristo ressuscitado. Manifestou-se cinco vezes no primei­ro domingo e outra vez no domingo seguinte (Lc 24.13,33-36; Jo 20.13-19,26).
• O Espírito Santo foi derramado no dia de Pentecostes, um dia de domingo (Lv 23.15,16,21; At 2.1-4).
• Os cristãos dos tempos apostólicos costumavam reunir-se aos domingos para celebrar a Santa Ceia do Senhor, pregar, e se­parar suas ofertas para o Senhor (At 20.7; 1 Co 16.1,2).
Ainda sobre o domingo como dia de festa semanal da Igreja, veja o que escreveram os seguintes Pais da Igreja:
• Barnabé: "De maneira que nós observamos o domingo com regozijo, o dia em que Jesus ressuscitou dos mortos".
• Justino Mártir: "Mas o domingo é o dia em que todos te­mos nossa reunião comum, porque é o primeiro dia da semana, e Jesus Cristo, nosso Salvador, neste mesmo dia ressuscitou da mor­te".
• Inácio: "Todo aquele que ama a Cristo, celebra o Dia do Senhor, consagrado à ressurreição de Cristo como o principal de todos os dias, não guardando os sábados, mas vivendo de acordo com o Dia do Senhor, no qual nossa vida se levantou outra vez por meio dele e de sua morte. Que todo amigo de Cristo guarde o dia do Senhor!"
• Dionísio de Corinto: "Hoje observamos o dia santo do Se­nhor, em que lemos sua carta".
• Vitorino: "No Dia do Senhor acudimos para tomar nosso pão com ações de graça, para que não se creia que observamos o sábado com os judeus, o qual Cristo mesmo, o Senhor do sábado, aboliu em seu corpo".
Escreve o apóstolo Paulo: "Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, por­que tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo. Ninguém se faça árbitro contra vós ou­tros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado sem motivo algum na sua mente carnal, e não retendo a Cabeça, da qual todo corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus" (Cl 2.16-19).

II. DOUTRINAS PECULIARES DO ADVENTISMO
Além da guarda do sábado, o Adventismo do Sétimo Dia di­verge dos evangélicos em outros três assuntos de capital impor­tância. São eles: o estado da alma após a morte, o destino final dos ímpios e de Satanás, e a obra da expiação.

2.1. O Estado da Alma Após a Morte
O Adventismo ensina que após a morte do corpo a alma é reduzida ao estado de silêncio, de inatividade e de inteira in-consciência, isto é, entre a morte e a ressurreição, os mortos dor­mem.
Este ensino contradiz vários textos das Escrituras, dentre os quais destacam-se Lucas 16.22-30 e Apocalipse 6.9,10.
O primeiro texto registra a história do rico e Lázaro logo após a morte, e mostra que o rico, estando no inferno,
a. levantou os olhos e viu Lázaro no seio de Abraão (v.23);
b. clamou por misericórdia (v.24);
c. teve sede (v.24);
d. sentiu-se atormentado (v.24);
e. rogou em favor dos seus irmãos (v.27);
f. ainda tinha seus irmãos em lembrança (v.28);
g. persistiu em rogar a favor dos seus entes queridos (v.30).

Já o texto de Apocalipse 6.9,10 trata da abertura do quinto selo, quando João viu debaixo do altar "as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam".

Segundo o registro de João, elas
a. clamavam com grande voz (v.10);
b. inquiriram o Senhor (v.10);
c. reconheceram a soberania do Senhor (v.10);
d. lembravam-se de acontecimentos da Terra (v.10);
e. clamavam por vingança divina contra os ímpios (v. 10).
As expressões dormir ou sono usadas na Bíblia para tipificar a morte falam da indiferença dos mortos para com os acontecimen­tos normais da Terra e nunca para com aquilo que faz parte do ambiente onde estão as almas desencarnadas. Assim como o sub­consciente continua ativo enquanto o corpo dorme, a alma do ho­mem não cessa sua atividade quando o corpo morre.
A palavra de Cristo na cruz ao ladrão arrependido: "Em ver­dade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso" (Lc 23.43), é uma prova da consciência da alma imediatamente após a morte.
No momento da transfiguração de Cristo, Moisés não estava inconsciente e silencioso enquanto falava com Cristo sobre a sua morte iminente (Mt 17.1-6).

2.2. O Destino Final dos Ímpios e Satanás
Spicer, um dos mais lidos escritores adventistas, escreve: "O ensino positivo da Sagrada Escritura é que o pecado e os pecado­res serão exterminados para não mais existirem. Haverá de novo um Universo limpo, quando estiver terminada a grande controvér­sia entre Cristo e Satanás". É evidente que este ensino entra em contradição com as seguintes passagens: Daniel 12.2; Mateus 25.46; João 5.29 e Apocalipse 20.10.
Daniel 12.2 e Mateus 25.46 estão de acordo ao afirmar que:
a. Os justos ressuscitarão para a vida e gozo eternos;
b. Os ímpios ressuscitarão para vergonha e horror igualmente eternos.
Aqui, "vergonha e horror eterno" não significa destruição ou aniquilamento. Estas palavras falam do estado de separação entre Deus e o ímpio após a sua morte. Se for certo que o ímpio será destruído, por que então terá ele de ressuscitar e depois ser lança­do no Lago de Fogo? (Mt 25.41). Apocalipse 14.10,11 diz que os adoradores do Anticristo serão atormentados "e a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Isto não é aniquilamen­to. Quanto à pessoa de Satanás, Apocalipse 20.10 diz que ele, o Anticristo e o Falso Profeta, "serão atormentados no Lago de Fogo pelos séculos dos séculos", para sempre. Isto não é aniquilamento.

2.3. A Doutrina da Expiação
Segundo o Adventismo do Sétimo Dia, a doutrina da expiação é explicada partindo do seguinte raciocínio:
a. Em 1844, Cristo começou a purificação do santuário celestial.
b. O céu é a réplica do santuário típico sobre a Terra, com dois compartimentos: o lugar santo e o santo dos santos.
c. No primeiro compartimento do santuário celestial, Cristo intercedeu durante dezoito séculos (do ano 33 ao ano 1844), em prol dos pecadores penitentes, "entretanto seus pecados permane­ciam ainda no livro de registros".
d. A expiação de Cristo permanecera inacabada, pois havia ainda uma tarefa a ser realizada, a saber: a remoção de pecados do santuário no céu.
e. A doutrina do santuário levou o Adventismo do Sétimo Dia finalmente a declarar: "Nós discordamos da opinião de que a ex­piação foi efetuada na cruz, conforme geralmente se admite".
Este ensino não pode manter-se de pé, primeiramente porque foi concebido por uma pessoa (a senhora White) de exagerado fanatismo e de muitas visões da carne; e segundo, porque é incoe­rente com o tratamento do assunto nas Escrituras. A Bíblia ensina que:
a. A obra expiatória de Cristo é perfeita (Hb 7.27; 10.12,14).
b. A salvação do crente é perfeita e imediata (Jo 5.24; 8.36; Rm8.1; 1 Jo 1.7)

 
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